Brasil que arrepia
Mais do que o Brasil da mistura, o Brasil do remix.

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O Brasil que arrepia está acontecendo agora.
Em muitos lugares, de muitas formas, com força e coragem.
Original e criativo, está inventando o futuro.
É um Brasil de cores e brilho, de bossa e garra.
Tem marra, olha firme. Provoca o destino. Inventa e vai.
Feito de desejos e ação. De ideias e criação.
O Brasil que arrepia está na poesia de Mel Duarte, na arte de Rita Wainer, na música de Emicida. Mas também em múltiplas expressões, de uma geração protagonista de sua própria história que, espalhada pelo país, está criando uma nova realidade. 
Esse é o Brasil que queremos homenagear. 
Esse é o Brasil que arrepia.

Hoje em dia o que me arrepia é a juventude.
Mel Duarte, poeta.

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“Acho que tem um Brasil novo chegando. Eu confio e acredito que ele está sendo feito pela juventude, que está vindo completamente renovada e a fim de transformar. Com certeza a juventude do Brasil é uma juventude 2.0 que vai fazer toda a diferença.”

O Brasil que me inspira tem cheiro de coragem.
Rita Wainer, artista plástica.

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“Um Brasil novo, um Brasil corajoso. Um Brasil em que você consegue ser protagonista da sua própria história e diretor dela também. Coragem e liberdade são os ingredientes que eu mais uso na minha arte. Tudo na minha arte existe porque eu estou nesse Brasil, porque eu sou mulher e faço parte do meu tempo.”​

O que eu faço é misturar uma série de universos com minha caneta.
Emicida, rapper.

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“Eu acho que tem uma forma de expressão nova que se deve à era digital, acho que tem um Brasil que durante muito tempo morreu calado. E os filhos desse Brasil não querem mais esse final. Esse é o Brasil que levantou a cabeça e não quis mais ficar invisível. Tem uma parada bonita acontecendo no Brasil, uma parada inédita, com uma visão mais plural da história. Nascer no Brasil é uma oportunidade. A última chance de o planeta dar certo está aqui. Eu acredito nisso.”