Quem nunca sonhou em ter uma vida longa e cheia de vitalidade para realizar todos os seus sonhos? A longevidade, tema que nos convida a repensar o futuro, vai muito além de apenas alcançar uma idade avançada.
É sobre viver com saúde, disposição e entusiasmo em todas as etapas, cultivando o bem-estar físico, mental e social.
No Brasil e na América Latina, estamos vivendo mais. A expectativa de vida aumentou nas últimas décadas e, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), já ultrapassa os 75 anos em nosso país.
É hora de derrubar o velho paradigma de que envelhecer é sinônimo de declínio e abrir espaço para uma nova perspectiva: a de que a longevidade pode ser o início de um capítulo incrível, repleto de novas descobertas e realizações.
Neste conteúdo, você vai encontrar:
- O que é longevidade;
- Expectativa de vida e o significado de vitalidade;
- O crescimento da terceira idade e as novas perspectivas de futuro;
- Descubra a linha Chronos Derma.
O que é longevidade?
Você pode não saber o que é longevidade, mas certamente já percebeu que nós brasileiros estamos com um tempo de vida maior, e que isso é possível graças ao avanço da medicina e aos cuidados que tomamos diariamente com a saúde.
A longevidade é como chamamos a capacidade de viver por muitos anos, mas isso vai além de apenas soprar velinhas por muitas primaveras. É preciso aproveitar cada fase da vida com saúde, disposição e alegria.
Além disso, uma pessoa é considerada longeva quando ultrapassa a média de tempo de vida — o que também chamamos de expectativa ou esperança de vida — do país onde reside.
E aí vai uma curiosidade: segundo a Agência Brasil, a pessoa mais velha do mundo conhecida até hoje foi a francesa Jeanne Calment, que morreu em 1997 aos 122 anos e 164 dias de idade.
Expectativa de vida e o significado de vitalidade

Entender o que é expectativa de vida é simples. Ela é uma estimativa de quantos anos as pessoas de determinado lugar e época vivem. É como se observássemos os dados de nascimentos e mortes e disséssemos: “bem, em média, as pessoas aqui estão vivendo até os 70 anos”.
Vale lembrar que é só uma média, pois algumas pessoas vivem mais do que outras. No Brasil, por exemplo, a expectativa de vida é de 73,1 anos para os homens e 79,7 anos para as mulheres, de acordo com as Projeções de População do IBGE com base nos dados do Censo Demográfico de 2022.
E essas diferenças acontecem por causa de alguns fatores que influenciam na qualidade de vida da população. Mas isso a gente vai entender mais adiante.
Para alcançar a longevidade e quem sabe até ultrapassar a expectativa de vida, é preciso estar com o corpo e a mente funcionando a todo vapor. Isso é acordar disposto, estar em sintonia com o corpo e a mente, sentir-se bem consigo mesmo, ter um propósito claro, aproveitar as pequenas alegrias da vida e sentir-se conectado aos outros.
Esse é o significado de vitalidade: sentir-se capaz, valorizado e com vontade de viver intensamente!
E o melhor de tudo é que não tem limite para a vitalidade! Mas, é claro que alguns hábitos ajudam a mantê-la viva, como alimentação saudável, exercícios físicos regulares, sono de qualidade, gerenciamento do estresse e momentos de lazer e diversão.
Segundo a Dra. Denise Steiner, dermatologista, a saúde mental precisa ser acompanhada e otimizada para haver longevidade saudável. Ioga, exercícios físicos, meditação e o cultivo à espiritualidade devem estar presentes na vida da mulher pós-menopausa para garantir longevidade.
Alguns fatores que influenciam no tempo de vida
Quando falamos em viver mais, é preciso olhar além dos números frios da expectativa de vida e entender como as diferentes realidades impactam a longevidade da população. Afinal, quem tem mais chances de alcançar uma vida longa e saudável?
Pessoas em classes sociais mais altas geralmente têm acesso a melhor alimentação, saúde, escolaridade e condições de trabalho. Em contraste, quem se encontra em situação de vulnerabilidade social enfrenta dificuldades de acesso à saúde pública, insegurança alimentar, moradia precária e maiores índices de violência.
Já a comunidade LGBTQIAPN+ enfrenta desafios específicos que impactam sua saúde e longevidade. A discriminação e a violência sofridos por essa parcela da população geram dificuldade de acesso a serviços básicos, saúde mental fragilizada e autocuidado negligenciado. Isso porque existe um medo da rejeição — que muitas vezes começa dentro de casa — e uma falta de representatividade.
Para as pessoas transgênero (a letra T da sigla), as barreiras são ainda maiores no acesso à saúde integral. A falta de reconhecimento da identidade de gênero e a desinformação dificultam o acesso à hormonioterapia, cirurgias de afirmação de gênero e o acolhimento e respeito por parte dos profissionais de saúde.
E tem ainda a questão racial, que coloca a população negra em desvantagem em diversas áreas da vida, impactando diretamente na saúde e no bem-estar. E é um problema estrutural, porque sua raiz está na formação do nosso país.
O Brasil é uma nação com 524 anos de história, que durante 388 anos tratou a população negra como inferior. Por isso, o racismo também leva muitos negros a situações de pobreza e vulnerabilidade social.
E sabemos que moradias precárias, saneamento básico inadequado, falta de acesso à alimentação saudável e violência são fatores que diminuem a expectativa de vida.
O crescimento da terceira idade e as novas perspectivas de futuro
A população brasileira está envelhecendo, isso é fato. Dados do IBGE mostram que a presença de idosos em nosso país está crescendo. Em pouco mais de duas décadas, a proporção de pessoas na terceira idade – com 60 anos ou mais – quase dobrou, saltando de 8,7% no ano 2000 para 15,6% em 2023.
Essa mudança demográfica é ainda mais clara quando analisamos os números absolutos: em 2000, o Brasil tinha 15,2 milhões de idosos. Hoje, esse número já ultrapassa os 33 milhões. Segundo as projeções, em 2070 a expectativa é que mais de um terço da população brasileira (37,8%) seja composta por pessoas com 60 anos ou mais, totalizando 75,3 milhões de idosos.
Na América Latina, a expectativa de vida é parecida com a brasileira, chegando a 72,2 anos, de acordo com o Relatório Saúde nas Américas de 2022.
O que é preciso para uma longevidade saudável?
A longevidade saudável é um estado de corpo e mente, conquistado por meio de escolhas conscientes e uma mudança de perspectiva inspiradora! Dar um novo significado ao processo de envelhecimento é a chave para perceber que ele é um ganho, não uma perda.
De acordo com a dermatologista, “como envelhecer bem psicologicamente” é a pergunta de um milhão. Envelhecer bem física e psicologicamente é fundamental e vai depender de vários fatores.
O idoso precisa manter o estímulo de atividades físicas e mentais. Precisa de comunidade de amigos e apoio espiritual. Por isso, impedí-lo de fazer atividades e de manter interesses é um erro.
É essencial celebrar a sabedoria adquirida, a liberdade conquistada e aceitar a própria trajetória. É sobre olhar para as linhas de expressão e rugas com orgulho, reconhecendo-as como marcas da resiliência ao longo do tempo.
E é por isso que nós temos em nosso casting modelos reais, em diferentes fases da vida, que transbordam bem-estar e vitalidade, para que outras mulheres se inspirem e tenham uma vida longeva e feliz. Conheça os relatos de algumas delas.

Regina, 68 anos (modelo da Natura há 25 anos): “Faço atividades, cuido do corpo para o futuro. Vou fazer minha primeira viagem à Europa com o marido e estou bastante animada”;
Zezé Motta, 80 anos: “Minha mãe esteve conosco até 95 anos e se eu faço escolhas saudáveis hoje é porque desejo viver muito. Quando eu era pequena, não entendia as pessoas que queriam viver muito tempo, mas agora eu entendo”;

Cris, 58 anos: “Para longevidade, a prática mental e física é fundamental. O mental vai conduzir o físico, por isso eu falo que quando eu não estou no eixo, eu preciso equalizar, eu vou para um cenário, e reflito sobre essa relação de estar envolvida comigo e com o outro, porque senão vira uma relacionamento de mão única. Eu não sou esportista, mas eu cuido muito, para tudo que estiver fora do eixo, eu busco equalizar. Se o alongamento está ruim, trabalho mais o alongamento. Faço uma musculação para dar um tônus, e o que eu pratico mesmo são os exercícios da dança e os alongamentos que eu gosto de fazer, coisas que eu posso resolver em casa. Sabe um minimalismo? Eu adoro isso”.
Descubra a linha Chronos Derma
Agora que você já sabe o que significa longevidade, que tal descobrir alguns truques que te ajudam a cuidar da pele e esbanjar vitalidade?
De acordo com @desteiner:
“Depois dos 30 é importante a renovação celular, a preservação do equilíbrio, o estímulo de colágeno, o controle da oxidação e hidratação, entre outros. O creme pode ter ácidos ou retinoides, antioxidantes, peptídeos, senolíticos, anti-inflamatórios naturais, além de boa limpeza, hidratação e fotoproteção”.
Chronos Derma é uma linha que se preocupa com o seu bem-estar, por isso desenvolve dermocosméticos que tratam a pele em diferentes fases da vida. Nós cuidamos de você, enquanto realçamos a beleza dos sinais da experiência adquiridos ao longo da vida.
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Segundo a especialista, a idade ideal para começar a usar cremes antissinais é por volta de 30 anos, quando o colágeno começa a diminuir. Além disso, é sempre interessante manter a limpeza, hidratação e fotoproteção.
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